Dieta anti inflamatória: o que comer e o que evitar com cardápio
Dieta anti inflamatória: o que comer e o que evitar com cardápio

Os sinais clássicos de inflamação aguda (de curto prazo) incluem vermelhidão, dor, calor e inchaço. Já a inflamação crônica (de longo prazo) geralmente ocorre dentro do corpo sem nenhum sintoma perceptível. Esse tipo de inflamação pode causar diabetes, doenças cardíacas, hepáticas e até mesmo câncer e depressão.

Quando sofremos um corte, independente da sua origem, surge uma inflamação no local afetado, que indica ao corpo que é necessário iniciar a cicatrização para reparar o tecido lesionado. Essa inflamação é um processo normal que atrai as células de defesa, as quais estimulam a formação de novos vasos sanguíneos para levar nutrientes e oxigênio até a lesão. As gorduras saturadas, como as encontradas em produtos de origem animal e certos óleos vegetais, como o de palma e de coco, podem aumentar a inflamação no corpo. Aumentando também o risco de entupimento de vasos e problemas cardiovasculares. “É que, nesse contexto, mais células de defesa são recrutadas para ajudar na recuperação da ferida. Daí há um maior estímulo para a formação de colágeno e vasos sanguíneos no local”, descreve Hochman.

Os alimentos remosos são aqueles ricos em gordura, óleos refinados, açúcares e sal, como salsicha, linguiça, biscoitos ou presunto, por exemplo. Não praticar atividade física pode aumentar a presença de substâncias que causam inflamação no corpo e ainda diminuir as defesas antioxidantes (que auxiliam na desinflamação do corpo). Normalmente nosso corpo reagirá desencadeando a sinalização de marcadores inflamatórios quando consumidos produtos industrializados cheios de aditivos ou proteínas que não temos capacidade de digerir. Esses componentes não são reconhecidos como alimentos por nosso corpo e então, em resposta, nosso corpo tenta se defender gerando resposta inflamatória.

O que comer em uma dieta anti-inflamatória?

As carnes vermelhas contêm níveis elevados de gorduras saturadas, que podem aumentar a inflamação no corpo. Além disso, elas podem conter compostos tóxicos formados durante o cozimento em altas temperaturas, que também contribuem para a inflamação crônica. Fonte de vitaminas, minerais, antioxidantes e outros compostos bioativos que ajudam a fortalecer o sistema imunológico e prevenir a inflamação crônica. As fibras presentes nesses alimentos também ajudam a manter a saúde intestinal. De acordo com estudos de Harvard Health Publishing, certos hábitos alimentares podem reforçar a condição de inflamação no corpo. Dessa forma, a fim de reduzir ou prevenir a inflamação, as refeições devem ser equilibradas e repletas de alimentos ricos em propriedades antioxidantes.

O que não pode comer para não inflamar os pontos?

Quando notar isso, retire a cobertura para que a cicatrização seja acelerada. A inflamação é um processo natural do corpo que se origina como uma resposta do sistema imunológico à presença de toxinas e patógenos que causam doenças. Por sua vez, é um dos fatores associados à dor e fadiga recorrentes. Na dieta para diabetes gestacional é importante priorizar Cirurgia Plástica alimentos como cereais integrais, frutas e vegetais, que são ricos em fibras... Alimentos como sardinha, abacate, acerola e laranja são ricos em vitaminas, ômega 3 e compostos antioxidantes que diminuem a inflamação... A alimentação para eliminar as espinhas deve incluir alimentos ricos em fibras, ômega 3, probióticos, zinco e vitaminas A, C e E, além...

Açúcar

Para você que não sabe o que é um alimento reimoso, trata-se de alimentos com alta concentração de proteína e gordura animal, como carne de porco e de pato, camarão, caranguejo, moluscos e ovos. Algumas frutas cítricas, apesar de não terem proteína animal, são consideradas “frutas reimosas”. Isso se deve ao fato de essa ser uma parte importante do processo de recuperação da cirurgia, visto que antes da cicatrização é como que a inflamação ocorra. Ele atua como regulador do pH da lesão, previne e remove o biofilme, tem baixo potencial alergênico, é compatível com curativos comuns e é clinicamente comprovado. Além disso, a aplicação é prática, o custo é efetivo e não há risco de novas contaminações nas feridas.

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Apesar de a tarefa nem sempre ser cobrada pelo cirurgião, vale a pena segui-la à risca. Depois de um tempo com essa dieta bem planejada, todos eles foram submetidos a um corte de 4 centímetros na região do tórax, tratado com um curativo. O passo seguinte foi tirar um fragmento da pele costurada de metade das cobaias de cada grupo.

É recomendável evitar o álcool durante o período de recuperação, uma vez que pode aumentar o risco de inflamação nos pontos e prolongar o processo de cicatrização. O que comer para acelerar a cicatrização Já os alimentos anti-inflamatórios são aqueles ricos em gorduras boas como castanhas, salmão, atum, sardinha, azeite, amendoim, linhaça, chia e gergelim. Os abacates são fontes de gorduras saudáveis, que ajudam a reduzir o colesterol e a inflamação nas articulações.

A cúrcuma, por exemplo, é uma das mais conhecidas por suas propriedades anti-inflamatórias e tem sido usada na medicina tradicional há séculos para tratar diversas doenças. São uma excelente fonte de ômega-3, que possui propriedades anti-inflamatórias comprovadas. Salmão selvagem, sardinha e atum são peixes recomendados para consumo pelo menos duas vezes por semana. Presente em frutas – laranja, pêssego e acerola são bons exemplos -, o nutriente é essencial para a formação adequada do colágeno, proteína que regenera o tecido. Ela também inflama a cútis, o que pode elevar além da conta a produção de colágeno e gerar uma supercicatrização – o queloide. “Ele tem substâncias que diminuem a ação da colagenase, uma enzima que destrói o colágeno”, justifica Hochman.

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